Crowdfunding: Introdução à nova era de financiamento

Invista o lucro da sua empresa de acordo com os seus valores essenciais e cresça a sua empresa ao mesmo tempo que promove o bem. Surpreenda a sua equipa com um cartão de oferta de investimento sustentável que é um presente com significado e sem desperdício, ao mesmo tempo que promove a literacia financeira. Tem um projeto financiado pela UE que tenha feito realmente diferença na sua região? O Portugal 2030 já tem mais de 3,5 mil M€ de fundo executado e os pagamentos aos beneficiários excedem os 3,8 mil M€. As operações ibéricas boaboa.pt da empresa continuarão a ser lideradas por David Hatchwell, presidente do EXCEM, um grupo familiar baseado em Madrid e um dos líderes da comunidade judaica em Espanha.

  • O funcionamento do crowdfunding baseia-se na transparência e no engajamento da comunidade.
  • É essencial analisar cada projeto, verificar o historial dos promotores e compreender bem os termos do investimento.
  • Ainda que a Raize aplique critérios de avaliação na seleção das empresas que entram na plataforma, não existe qualquer garantia de que estas não venham a enfrentar dificuldades financeiras ou até mesmo entrar em incumprimento.

Quem pode beneficiar das plataformas de financiamento colaborativo?

O objectivo do PPL é democratizar o apoio a projectos, porque acreditamos no empreendedorismo e criatividade em Portugal. Os pagamentos efectuados não são reembolsáveis, excepto quando seja indicado expressamente o contrário e para as condições indicadas. A informação presente neste site foi incluída de boa fé e serve exclusivamente para informação direta do utente, sendo a sua utilização de sua exclusiva responsabilidade.

Análise de mercado

A Raize permite aos investidores financiar as micro e pequenas empresas portuguesas, apresentando-se como uma alternativa à banca, com condições mais favoráveis para ambas as partes. Há algumas plataformas de crowdfunding a atuar em Portugal, a mais conhecida é a PPL, Há ainda outro tipo de plataformas, neste caso que funcionam num modelo de empréstimos, ou seja, são de crowdlending. A expetativa de retorno do investimento apenas foi introduzida recentemente possibilitando assim que, mesmo com uma pequena quantia, qualquer pessoa se possa tornar um investidor de financiamento colaborativo.

Crowdfunding no Imobiliário Português

Em apenas três anos, o financiamento através da multidão teve um forte crescimento e as plataformas nacionais acreditam que continuará a ganhar adeptos. O financiamento alternativo — através de crowdfunding ou associação em participação — representa uma oportunidade concreta para inovar no setor imobiliário em Portugal. A nossa presença local em mercados-chave como Espanha e Portugal permite-nos acompanhar de perto as empresas, compreender as suas especificidades e impulsionar a maturidade digital. O projecto com maior dotação é a ligação em túnel entre Algés e Trafaria, que o Executivo pretende posicionar como a quarta travessia do Tejo, com uma verba específica de 5,5 milhões de euros destinada aos estudos preliminares.

Principais Exemplos de Campanhas de Marketing de Causas Bem-Sucedidas

Henrique Andrade, um dos responsáveis por a plataforma portuguesa Zarpante, acredita que, se Portugal adoptasse o modelo de crowdfunding equity, “isso ajudaria muito a alcançar o patamar já conseguido noutros países da Europa e da América do Norte”, afirmou. O relatório coloca a Alemanha no topo da lista como o país onde mais projectos são financiados através de crowdfunding (recompensa e equity), com uma taxa de 24%. Na opinião do empresário, o crowdfunding é “uma forma extremamente interessante de interagir com os clientes e de os aproximar dos produtos/serviços para obterem o financiamento que necessitam”. Esta plataforma analisa em média 18 projectos por semana. Por sua vez, a Massivemov angariou desde a sua origem (2011) cerca de 400 mil euros em financiamentos. No ano passado, a plataforma alcançou quase 200 mil euros, valor que até Maio de 2014 já tinha crescido mais 20 mil euros.

Simultaneamente, estes empréstimos de curto prazo oferecem menor risco e taxas de juros altamente competitivas para os investidores, em relação a instrumentos financeiros tradicionais, e o retorno é mais facilmente calculado. Por sua vez, para os investidores é uma oportunidade para aplicarem em novas tipologias de activos sem a exigência de uma grande quantia inicial. Uma das principais vantagens para o promotor é ter acesso directo a grandes quantidades de capital, sem a necessidade de passar por autorizações e burocracias de credores tradicionais, permitindo que o processo de empréstimo avance de forma simples e rápida. O sucesso dos projectos depende da relação que os potenciais apoiantes têm com a causa e com os promotores, por isso, aqueles com impacto local e visibilidade são mais atractivos.

Como funcionam as plataformas?

Através deste canal específico da Fundação Eugénio de Almeida podes ter condições especiais de acesso, formação inicial, planeamento, assessoria à divulgação e apoio especializado pós-financiamento! Quando faltam mais de 30 dias para o final da campanha, esta startup já conseguiu angariar mais de 100% do montante que pretendiam. Outra startup que usa a sua missão de reduzir a pegada ecológica para cativar os seus utilizadores e investidores é a Yayzy. Várias dezenas de iniciativas nestes sectores têm aproveitado a onda para angariar financiamento. No entanto, como em qualquer modalidade de investimento, ele vem com riscos que precisam ser cuidadosamente considerados e gerenciados. Investidores analisam estas oportunidades e, se encontrarem um projeto convincente, podem contribuir com montantes financeiros específicos.

Além disso, no caso de investidores individuais, caso o rendimento anual seja igual ou superior a 70 mil euros por ano, as limitações também não têm efeito. Mas há excepções, com a CMVM (liderada por Carlos Tavares, na foto) a tomar após a consulta pública uma posição menos restritiva aos investidores a que não se aplicam aquelas limitações. A CMVM estipulou ainda que os investidores não podem aplicar mais de três mil euros por oferta. O regulador manteve a maioria dos requisitos para o financiamento colaborativo, mas fez algumas alterações após o período de consulta pública, que decorreu até 21 de Janeiro deste ano. Mas há excepções em que o valor angariado pode chegar aos cinco milhões.

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